domingo, 23 de dezembro de 2007

Snoopy

Como adoro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!













































A Bússola de Ouro




"Para dentro desse abismo agreste,


Ventre da natureza e talvez tumba,


Nem de mar, nem praia, ar ou fogo


Mas de todos esses misturados em suas causas


prenhes


Confusamente, e em constante luta


A não ser que o poderoso criador lhes


ordene


Seus materiais obscuros para criar mais


mundos,


Para dentro desse abismo agreste o


demônio cauteloso


Postou-se à beira do inferno e olhou por


algum tempo,


Refletindo sobre a sua viagem..."


(John Milton: "Paraíso perdido", Livro II)




Este primeiro volume se passa em um mundo muito parecido com o nosso - mas com algumas curiosas diferenças. Todo ser humano possui um dimon, um animal inseparável que na infância toma farias formas. E existe um raríssimo objeto que aponta a verdade, mas ninguém sabe usa-lo.




Lyra é uma menina levada que vive na tranquila cidade universitária de Oxford, na Inglaterra. Lá crianças começam a desaparecer. E quando seu grande amigo Roger some, Lyra parte em sua busca, disposta a desafiar seus próprios temores.




Na paisagem árida do Norte, onde tenta encontrar Roger, Lyra enfrenta uma terrível conspiração que faz uso de crianças-cobaias em sinistras experiências. Entre ursos que usam armadura e bruxas que sobrevoam as sombrias geleiras, Lyra terá que fazer alianças inesperadas se quiser salvar o seu amigo de seu trágico destino.




Ganhei esse livro de amigo secreto.


Comecei a lê-lo ontem.


Foram-se apenas 70 páginas.


Mas já estou adorando.


A pessoa que me deu o livro acertou em cheio ao me da-lo.


Pois já estava em mente eu compra-lo.


Só posso agradecer.


Porque o livro é muito bom.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Conclusão


Descobri.

Depois de tanto tempo.

E de até já ter esquecido.

Mas descobri.

Achei muito legal.

E muito engraçado.

É sobre minha curiosidade que escrevi anteriormente.

Achei engraçado não o fato em si de estar triste.

Mas o fato ocorrido anteriormente ao ter ficado triste que motivou depois a tristeza.

Quando me falou fiquei concluindo em minha cabeça.

Falei até pouco.

Mas depois da conclusão.

Fiquei muito feliz.

E com outra curiosidade.

Que não da para ser falado.

Quem me falou não foi a pessoa que ficou triste.

Mas sim a pessoa envolvida.

Nada pode ser comprovado de quem eu estou falando.

Por isso.

Minha boca continua sendo um túmulo.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Curiosidade (?)


Talvez seja curiosidade.

Talvez seja preocupação.

Se curiosidade matasse, eu já teria morrido.

Não que eu seja muito curiosa.

Mas nesse caso eu estou muito.

As vezes penso que as personalidades marcam absolutamente tudo.

Que quando mudadas, fala-se com outra pessoa.

Bate a vontade de perguntar.

Mas não é da minha conta.

Por isso fico quieta.

Várias vezes tive muita curiosidade.

Mas nunca pergunto.

Acho que é uma coisa pessoal.

E que se perguntada invade a privacidade da pessoa.

Privacidade aberta é quando a pessoa fala sem a nossa pergunta.

Não me falou até agora.

Não é da minha conta.

Acho que já morri.

O rosto está diferente.

Eu me apego muito fácil a algumas pessoas.

Quando não me apego não consigo conversar direito.

Sabe ... ser sincera.

Por isso a curiosidade.

Ou preocupação?

Acho que as vezes devíamos mudar o rumo.

Mas e se não for fácil?

Talvez por isso a preocupação.

Ou o desespero?

Ou a tristeza?

Morri de novo.

As vezes esqueço.

Poucas vezes lembro.

Mas quando lembro, demora um pouco para esquecer.

Por que não fala?

É... mas dependendo do que fosse eu também não falaria.

Não por não confiar.

Isso jamais.

É que pode ser difícil.

Olá eu de novo imaginando as coisas.

As vezes por nem demonstrar que percebi.

A pessoa acha que eu não me importo.

Ou não percebi mesmo.

Mas eu percebi.

Muitas vezes eu percebo.

Tarde.

Mas percebo.

As vezes outras pessoas percebem primeiro.

E me falam.

Aí eu me preocupo.

É que não presto atenção direito nas coisas.

Aí preciso que alguém me fale para eu perceber.

Vi que algo estava diferente.

Mas nem dei bola.

Mas algo me diz que não é por que quer estar assim.

Sei lá.

Já falei não é da minha conta.

Morri.

Mas talvez eu também tenha sete vidas.

Ou até mais.



domingo, 16 de dezembro de 2007

Natal


A figura do Pai Natal tem origem na história de São Nicolau, um santo especialmente querido pelos cristãos ortodoxos e, em particular, pelos russos.São Nicolau, quando jovem, viajava muito, ficou a conhecer a Palestina e Egipto. Por onde passava ficava na memória das pessoas devido a sua bondade e o costume de dar presentes às crianças necessitadas. Conta-se que o primeiro presente que o Papai Noel deu foram moedas de ouro, entregues a três meninas pobres. Quando voltou a sua cidade natal, Patara, na província de Lícia, Ásia Menor, São Nicolau foi declarado bispo da cidade de Mira.Com o tempo, o santo foi ganhando fama de fazedor de milagres, sendo esse um dos temas favoritos dos artistas medievais. Nessa época, a devoção por S. Nicolau estendeu-se para todas as regiões da Europa, tornando-o o padroeiro da Rússia e da Grécia, das associações de caridade, das crianças, marinheiros, garotas solteiras, comerciantes, penhoristas, e também de algumas cidades como Friburgo e Moscou. Milhares de igrejas europeias foram-lhe dedicadas, uma delas ainda no séc. VI, construída pelo imperador romano Justiniano I, em Constantinopla (Istambul).A Reforma Protestante fez com que o culto a São Nicolau desaparecesse da Europa, com exceção da Holanda, onde sua figura persistiu como Sinterklaas, adaptação do nome São Nicolau. Colonizadores holandeses levaram a tradição consigo até New Amsterdan (a actual cidade de Nova Iorque) nas colónias norte-americanas do séc. XVII. Sinterklaas foi adoptado pelo povo americano falante do Inglês, que passou a chamá-lo de Santa Claus - em português, Pai Natal.A imagem do Pai Natal como conhecemos hoje foi criada em 1931 por um sueco chamado Haddon Sundblon, numa tentativa extremamente bem sucedida da Coca-Cola em conquistar o público infantil.
Haaaa.... a cultura natalina e coisa e tal.
Todos comem bebem e se presenteiam.
Alguém lembra do nascimento de Jesus? Ou se sente inspirado em algo religioso?
E nem adianta mentir, pois a maioria das pessoas nem se lembram.
E adimito que eu também nem lembro.
Adoro essas lusinhas de natal! Se pudesse comprava todas e as espalhava em minha casa.
Minha árvore de natal é a mais linda que eu já vi, os detalhes são em azul e branco e as lusinhas são tão pequeninas que parecem que vem do nada.
Adoro passear de carro nessa época para ver as diferentes iluminações. Se bem que ultimamente as pessoas estão pouco inspiradas para isso.
Aonde faço estagio, fez-se amigo secreto.
Que horror achar o presente do meu amigo secreto.
Onde já se viu torcer para o flamengo?
É mais fácil achar coisas de outros times mais não desse.
Acabei indo hoje ao shopping. E estava uma merda andar por lá.
Achei só uma loja que vendia coisas do tal time. Tudo caro!
Comprei um mascotinho e em outra loja uma camiseta bonitinha.
Esse é a última semana de estágio antes das férias. Estou tão feliz!
mas são só duas semanas de férias....
mas é melhor do que nada, né?



sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Natalie Portman



Nascida em Israel, mais especificamente em Jerusalém, e filha de um médico e uma artista (que viria a ser também sua agente), Natalie se mudou para os Estados Unidos ainda bem pequena junto com sua família, que se estabeleceu na cidade de Nova York até que ela completasse os estudos colegiais. No meio desse período, no entanto, Natalie foi descoberta por um agente que a inseriu no mundo do show business.
Primeiramente fazendo alguns trabalhos como modelo, ela veio a decidir que queria seguir a carreira de atriz e logo em seguida já fazia sua estréia no thriller “O Profissional”, do diretor Luc Besson.

No ano seguinte, Natalie participa de uma nova produção notável: “Fogo Contra Fogo”, um filme policial sobre um detetive que tem que lidar com a investigação de um complicado assalto. Que foi dirigida por Michael Mann.

Em 1996, Natalie Portman integra o elenco da comédia musical “Todos Dizem Eu Te Amo”, do aclamado diretor Woody Allen.

Ainda em 1996, a atriz participa de “Marte Ataca”, comédia fantasiosa de Tim Burton. A trama trata de uma invasão de marcianos à Terra, com a missão de transformar o nosso planeta em parque de diversões, condenando a raça humana à extinção.

O próximo filme de Natalie Portman e seu primeiro grande papel propriamente dito veio em 1999, com o lançamento de “Star Wars: A Ameaça-Fantasma”, primeiro episódio da ordem cronológica da famosa saga de George Lucas. ( que em minha opinião é uma merda Star Wars. )

No mesmo ano, a atriz ainda protagoniza ao lado de Susan Sarandon o drama “Em Qualquer Outro Lugar”.

No ano seguinte, a atriz protagoniza outro drama, “Onde Mora o Coração”. Nesse filme, ela interpreta uma adolescente grávida, sem família e abandonada pelo namorado, que encontra uma nova família nos amigos que faz em sua nova vida. Ashley Judd, Joan Cusack e Stockard Channing também estão no elenco dessa emocionante trama.

Em 2002, Natalie volta a interpretar Padmé Amdala no novo filme da série Star Wars. Em “Star Wars: O Ataque dos Clones”.

2003 foi um grande ano para a atriz, que participou do elogiado drama “Cold Mountain”, história de um soldado que inicia sua jornada de volta para casa depois do término da Guerra Civil Americana. Enquanto sua esposa Ada o espera, ele enfrenta diversas situações em seu caminho.

Em 2004, a atriz atua no filme independente “Hora de Voltar”, escrito e dirigido por Zack Braff (mais conhecido por seu papel no seriado “Scrubs”). A trama simples sobre um jovem que, após a morte de sua mãe, decide voltar para a cidade onde cresceu para uma jornada de auto-descobertas acabou agradando à crítica.

Ainda em 2004, Natalie Portman integra o elenco de uma dos mais elogiados e controversos dramas dos últimos tempos, “Closer – Perto Demais”. Na trama, a atriz interpreta Alice, uma jovem que se envolve com um escritor e acaba no meio de uma espécie de “quadrado amoroso”, cheio de traições e sentimentos confusos.

Em 2005, o terceiro episódio da primeira trilogia de “Star Wars” é lançado com o título de “Star Wars: Episódio 3 – A Vingança dos Sith” e com Natalie Portman novamente no elenco.

No final de 2005, a atriz ainda protagoniza o drama “Free Zone”, em que vive uma americana que vai morar em Jerusalém (coincidentemente a terra natal da atriz) e acaba tendo o destino cruzado com outras duas mulheres numa situação inusitada.

Em 2006, Natalie surge no suspense/ficção científica “V de Vingança”. O filme traz uma história passada numa Inglaterra futurista, onde uma jovem, personagem de Natalie, é salva de uma situação de risco por um homem mascarado conhecido apenas como “V”. O misterioso homem acaba liderando uma revolução contra a tirania dos governantes ingleses. O roteiro é dos irmãos Wachowski (os mesmos da trilogia “Matrix”), que se inspiraram nos quadrinhos “V de Vingança” de Alan Moore para escrever a história.


V de Vingança ( Adoro esse filme!) é certamente uma de suas melhores histórias, em que seus personagens são pessoas marcadas por um governo injusto e totalitário, pessoas que lutam para não perder a esperança no mundo e em sí mesmas. O anti-herói da história é um mascarado que atende apenas pelo codinome "V", e pretende dar um fim a política do terror que reina em uma Inglaterra afetada por guerras e caos. V conhece a frágil Evey, que tem um passado misterioso devido à participação ativa de seus pais na política. V e Evey acabam estabelecendo uma relação de cumplicidade e enfrentam seus respectivos passados a partir disso.Obviamente a transposição dos quadrinhos para o cinema feito pelos Wachowski teve uma atenção especial. Muitos takes foram recriados de forma quase idêntica e a direção de arte num todo como luz, fotografia, cenário e figurino seguiram à risca as idéias de Alan, o que foi um fator essencial para o sucesso do filme, pois o clima sombrio de ruínas, caos e falta de esperança é o elemento abstrato mais importante do filme.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Pássaro


Fiquei deitada o dia inteiro, como se doente estivesse.

As vezes deitada de barriga para baixo com a mão direita para fora da cama esbarrando no piso frio.

As pessoas falavam distantes. Vontade que estivesse frio.

Uma nuvem eu via flamejante, espessa e densa, límpida e contida. O pássaro cantava, uma sonoridade constante.

Novamente sonhadora... que nem ouvi passadas entrarem em meu quarto e fecharem a porta. A tempo estava sozinha em casa.

Abro lentamente os olhos, encaro o estranho.

Ele sorri senta em minha cadeira e fala-me de seus dias.

Ele não é um estranho. Esperava que fosse?

Conto-lhe os meus dias. Perece que ele é o único que realmente me ouve e compreende.

Não comenta nada até a hora em que termino. Me da um beijo e me consola.

Eu esperava isso desde ontem.

Sinto falta de duas estações, outono e inverno. Das colinas.

Sinto falta das folhas caindo e dos narcisos da primavera.

Sinto falta do frio e do chá que se podia tomar fumegante.

E sentia, isso sentia, falta desses abraços que encostava minha cabeça em seu peito e suas mãos enroscadas em minha cintura. Ouvindo estrelas.

Hoje já não sinto falta disso. Porque?

Porque foi justamente o que ele me fez hoje.

Se pudesse, ele me daria tudo o que sinto falta e tiraria de mim tudo o que me amargurasse.

Simplesmente não falo.

Fico muda.

Querendo que minha vida fosse sempre como hoje.

Como se entrássemos em um mundo que jamais nos pertencerá, aquele longo instante que é simplesmente aquele longo instante.

A vulnerabilidade sempre me assustou. Por esse motivo, sempre escondi meus sentimentos, minhas emoções. Mas com ele nunca consegui. E jamais conseguirei, não importa em que situações estejamos.



" Gostava(gosto) de sonhar, porque a liberdade de sua imaginação tinha (tem) um feitiço embriagador. Cada sonho era (é) a anarquia da mente, a revolucionária revolta do seu inconformismo. Suas ideias escapam de qualquer limite."


Falei isso a ele.

E ele me entendeu. Por que?

Porque simplesmente ele é o oposto de mim.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Durar


Sempre pensei que tudo seria fácil. Olhava as pessoas passarem e achar que contínhamos a capacidade de resolvermos tudo. Sempre fui o tipo de pessoa que passava o dia em mármores rosas perdida ao olhar uma pétala de jasmim.

Os dias passavam a cada estante e tudo se resolve para mim. Nunca pensava no amanhã e que tudo se encadeiaria sozinho.

Dias atrás chorei, solucei. Como faz tempo que não fazia.

Tem palavras que marcam e que as vezes nem precisam ser belas apenas bem escritas e ser ouvidas na hora certa.

"Num dia, estamos nadando no meio do oceano, certos de que vamos alcançar uma gaivota; no dia seguinte, mal conseguimos nos abaixar para beber água em nossa tigela."

Os dias felizes passaram a ser nebulosos e tristes parecendo que dos muros e castelos que continha em minha volta foram derrubados. Que das minhas mão não se seguram mais nada.

Tem coisas que não valem a pena e são difíceis de ser contadas.

Fecho os olhos...a brisa consome, o mar quebra e a areia fofa passam entre meus dedos.

As fendas se abrem e sombras percorrem, ouso as pessoas falarem, discutirem, pedirem, protestarem. No intimo as olho e desejo que não estejam falando comigo, e que os parafusos que soltei sem saber e que não foi me avisado voltassem ao seu lugar.


"Isso ta errado!

Não estou brigando com você, porque você está aqui para aprender.

Não presta atenção ao que ele diz.

Até meu filho de 4 anos faria melhor!

Desse jeito dificulta as coisas, faça assim...

O que você fez?

Estão reclamando que não foi enviado.

A cor não é esta.

Você tem que olhar aqui.

Porque não fez isso? Tem que fazer!

Estou só te ajudando.

A impressão saiu errada.

Tal casal xingou você."


"Eu não sei mexer em fotos!

Eu não sabia que precisava ser assim.

Pode deixar que eu arrumo.

Porque não me avisaram antes?

Tenho que me virar sozinha.

Querem mais do que sei e não me explicam direito como.

Acham que sou tão trouxa assim?

Vou me aposentar agora!

Por que eu?

Me esquecem por um momento."


Talvez para qualquer pessoa seja normal, mas para mim é difícil. Nunca tive que fazer o que faço agora, nunca tive que lidar com pessoas nervosas e nem com assuntos que não são explicados direito.


Andei em ruas pensando em minha vida, pensando em desistir.

Chorei. Me olhei.

Assim ouvia o bater de lanças nos becos e lamentos atravessando mares densos e secos.


Nesse momento desejo apenas adormecer em teu colo.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Fênix


A fénix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão que a sua beleza e tristeza causavam em outros animais, chegava a provocar a morte deles.
Segundo a lenda, apenas uma fénix podia viver de cada vez.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.
Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma
pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípcia de Heliópolis , onde os colocava no Altar do Sol. Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O devasso imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.
Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no
Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de
Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (Phoenix), a palmeira (Phoenix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Marley & Eu - Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo


O que acontece quando recém-casados resolvem comprar um cão neurótico para testar sua capacidade de criar um filho? O best seller "Marley & Eu - Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo" reúne as histórias de adaptação de um casal ao comportamento canino. Há 29 semanas com o 1º lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, o livro é resultado do sucesso da coluna que o autor, o jornalista americano John Grogan, escrevia sobre Marley, seu labrador desajeitado com quem ele aprendeu o que realmente importa na vida. Em breve, a história chegará às telas de cinema pela Fox Filmes, que comprou o direito de adaptação.

Peguei esse livro emprestado de minha tia.
Peguei pelo fato de gostar muito de ler e em um certo momento estava eu na Saraiva perdida em horas e vi esse livro, que de certo "deixei a globo me levar" ao ver escrito bem na capa: 1° lugar no THE NEW YORK TIMES. A vontade bateu de levar o livro, mas me segurei.
Duas semanas depois minha tia me disse que tinha o livro e que nem terminou de ler, mas me emprestou.
Não tive muito tempo de ler pois as aulas acabaram e agora aproveitei para descansar e ajeitar a vida e a tarde continuo o estágio. Tem algumas partes do livro que são engraçadas e as vezes faz-me pensar de como é engraçado e divertido ter um cachorro.
Tive um poodle por + ou - 4 meses. Minha mãe o deu depois de ele ter feito necessidades na cama dela um bilhão de vezes. Sinto falta dele ainda, ele me divertia.
Talvez compremos um depois de viajarmos em Fevereiro.

Minha opinião sobre o livro ainda não está formada, mas por enquanto estou achando legal.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Aquário




Periodo
De 21 de Janeiro a 19 de Fevereiro
Elemento
Ar
Planeta
Saturno e Urano
Palavras-Chaves
Independência - Humanidade - Progresso - Ciência - Individualismo
Par ideal
Leão
Cor
Verde e Preto
Metal
Chumbo
Perfume
Alfazema e Tomilho
Dia de Sorte
Sábado
Número da Sorte
04
Estrela Guia
Altair Alfa Aguie
Estado mental
Orgulho ou insociabilidade
Domínios Anatômicos
Tornozelo, tendão de Aquiles; circulação sangüínea
Virtudes
Tendência a viver comunitariamente; lealdade a uma causa ou ideal; busca da fraternidade; mente aberta
Defeitos
Fanatismo; tentativa de impor suas idéias sobre os outros; frieza, indiferença e pouca simpatia humana.




Original, independente, individualista e amante da liberdade, o aquariano pode ser rebelde e excêntrico se não aprender a lidar com essas características. Suas fortes preferências podem fazê-lo teimoso e inflexível. Para as pessoas de Aquário qualquer coisa diferente é um grande atrativo, pois gosta de desafiar o tido como normal pelos outros e secretamente se delicia em chocar as pessoas mais convencionais.


Com um senso de justiça extremamente apurado, seus ideais são a igualdade e a fraternidade sendo mais fácil para um aquariano gostar de muitas pessoas do que de uns poucos ou de uma só. Tal comportamento pode dar a aparência de frieza e distância.


Sua mente é aguda e original, independente, humanitária e espirituosa, sendo capaz de assimilar idéias abstratas. Tem muitos recursos, sabe observar e geralmente aprende muito sobre a natureza humana. Há interesse e aptidão em tudo o que há de moderno, inclusive novas teorias científicas. É provável que ê tenha facilidade com a palavra, tanto a escrita quanto a falada. Pode sentir atração por tudo que é oculto, pela astrologia e ciências esotéricas complexas Embora seja aberta a qualquer ponto de vista, a pessoa de Aquário não muda de opinião sem a devida reflexão e análise. Seguindo a verdade, não liga muito para a tradição ou para a aceitação social.


Individualista e amante da liberdade, se o tema natal não indica outras características, nos relacionamentos, principalmente na relação amorosa, não suporta ser sufocado. Por outro lado pode se sentir confuso quando tem que lidar com as emoções, tanto as suas quanto as do outro, ficando sem graça quando o assunto é romance.





Personalidade
Está voltado para o futuro e é muito dedicado às pessoas; costuma ser caprichoso, independente e cordial; geralmente, tem uma alma racional e ao mesmo tempo voltada para projetos extravagantes. O coração e o cérebro se comunicam perfeitamente na motivação dos seus atos.





Ambiente
Grandes espaços abertos no topo das montanhas; perto do céu onde o ar é puro e o sol brilha intenso.


segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Ênfase


Amanhã é meu último dia de aula. Deste ano acabo o segundo colegial, se quiser arredondar, dez anos indo para a escola. Nunca senti nada satisfatório ir a escola, e quando olho para trás é uma eternidade maior do que o infinito. Não o tempo em si, mas a diferença do contexto onde estou inserida, a pessoa bastante diferente que me tornei, aquela coisa toda. Evolução natural, como sempre, mas em retrospecto sempre fico meio assustada de só olhar por cima.

Hoje poderá ser o último dia do princípio da minha vida. Ou seja, talvez tudo mude de acordo com a motivação inserida pela qual poderia se ter.

As mudanças que sempre ocorreram e tornam de mim o que sou, não me trouxeram espanto, trouxeram questionamentos, da qual sempre pergunto se outro caminho diferente que poderia ter seguido mudaria toda a minha personalidade e todo o contexto de minha vida.

Por partes de meus pensamentos abstractos, de minhas constantes fantasias e imaturidades. As minhas ausências e falta de incoerência. Mas pensar que não sou perfeita trás por trás das descobertas soberbas a realidade fervente e única de meu ser.

Gosto de pensar que só faltam-me asas pois lembro-me em dias sentada em praças em que as folhas rodopiam em círculos por entre as estátuas e os bancos dos jardins, ao vazio quente dos tristes dias em que a solidão batia, mas a imaginação preenchia.

Prefiro os dias de outono e inverno, pela sensação do regresso ao escuro, que a meu ver favorece e lhe confere a sua verdadeira essência. O cheiro da chuva, a escuridão prematura, os silêncios, a evocação do antigo, o convite à poesia, tudo me ajuda a esquecer o marasmo a que votaram esta terra.

Não é que se te tenha tristeza plantada, pelo contrario a felicidade vai de acordo as necessidades a que lhes convêm. Estatos de maravilhas, felicidades continuas.

sábado, 24 de novembro de 2007

Vida.


O sol nasce em outro continente. As flores brotam. A borboleta sai de seu casulo.

Senti vontade de chorar e quase chorei.

Queria matar, mas não matei.

Quis voar e não voei.

Quis me perder em ruas, me afogar em um lago e ser engolida por um monstro.

Quis pular de pára-quedas,

Gritar com o mundo,

sumir em uma ilha,

pular todos os dias,

abraçar uma árvore,

voltar a ser criança,

abraçar um desconhecido,

amar loucamente,

achara a arca o tesouro,

perder 10 quilos,

achar a sorte,

descobrir que o futuro não existe,

que papai noel me deixará presentes debaixo da árvore de natal,

que a neve é de isopor,

que chorar trouxesse minha alegria de volta,

que jamais tivesse perdido minha inocência e o medo do escuro.

Quis pensar que não sou mais eu e que as pintas perdidas em meu corpo sumissem comigo.

Quis ser cega, surda e muda para todos mas não para mim.

Quis dizer que jamais saberei o que dizer e que sempre serei o que jamais somos,

que voltar ao espaço seria a melhor maneira.

Quis dormir, me perder em sonhos e nunca mais acordar.

Quis me trancar em meu quarto e não mais sair,

me enfiar em um buraco e ser feliz lá.

Pensei em fugir de casa e dormir com o inimigo.

Pensei em roubar um ovo e dizer que é meu filho.

Pensei em dizer ao mundo que eu jamais existi e argumentar que o silêncio saberá me dizer quem é.

Teste:


01. Que horas são?
21:20
02. Nome?
Híbrida.
03.Data de aniversario?
31/01
04. Signo?
Aquário.
05. Idade?
A que você achar.
06. Tatuagem?
Humm...
07. Tem estado em outro continente?
Sempre.
08. Ama tanto alguém que seria capaz de chorar?
Por enquanto não.
09. wtf?what the fuck?
:o
10. Você teve alguma fratura?
Duas.
11. Pepsi ou Coca-Cola?
Não posso tomar refrigerante.
12.Tipos de bebidas?
Chá, suco e algumas bebidas proibidas para menores(?).
13. A metade de vidro cheia ou metade vazia?
Metade vazia.
14. Cor de roupa intima favorita?
Roxo, colorida.
15. Número do calçado:
38
16. Número favorito:
sete.
17. Tipo de música:
Várias...
18. Flores:
Palma.
19. Assunto de conversa mais detestável:
tudo na vida depende.
20. Cor(es) favorita(s):
Marrom, bege, branco (adoro!).
21. História infantil favorita:
Pequeno príncipe; Alice no pais das maravilhas; Peter Pan. E outras tantas.
22. Como te vê no futuro:
Velha.
23. De quem você recebeu esse teste:
Louie.
24. Tem noiva:
Espero que não.
25. Amigos especiais:
...
26. Tem computador:
ô pergunta!
27. Bandas preferidas:
São Tantas...
28. Qual a primeira coisa que você pensa quando acorda:
Porra! mais uma merda de um dia!
29. Você gosta de tempestades:
Adoro!
30. Se pudesse ser outra pessoa, quem seria:
Ninguém.
31. O que tem debaixo da sua cama:
Sapatos e bicho papão.
32. Esporte preferido:
Odeio esportes.
33. Tímido ou extrovertido:
Tímida.
35. Frase/palavrinhas que diz muito:
Estou com sono; quero ir pra casa.
36. Gostaria de ganhar um buquê de flores no seu aniversário:
Tanto faz. Gosto de ganhar presentes.
37. Doce ou salgado:
Depende da vontade.
38. Acredita que um amor pode durar eternamente:
Sei lá.
39. Você gosta de conduzir:
As vezes.
41. Último lugar que você gritou:
Não lembro.
41. O que faz quando esta aborrecido:
Fico inquieta mandando todos ir a merda.
42. Amigo que vive mais longe:
...
43. Hora de ir pra cama:
Toda hora.
44. Evento preferido:
Quando estou sozinha em casa, é um grande evento.
45. Três desejos:
1
2
3
46. Infiel num namoro:
Não.
47. Qual foi o teu pior erro:
Confiar cegamente nas pessoas.
48. O que é amizade pra você:
....
49. É viciado em algo:
Em dormir.
50. Qual foi o melhor e o pior dia de sua vida:
Não posso contar.
51. Você se considera ciumento:
Nem um pouco.
52. Qual personagem de desenho (anime) que você mais gosta:
Félix; Gunnm...
53. Que horas são:
22:01 hs.

domingo, 4 de novembro de 2007

Hertz


Era meia-noite e meia e Tomas saiu para caminhar, acabou sentando em um banco numa praça não muito longe de sua casa.

O ar estava perfumado com o aroma das flores, e as poucas árvores que ali continham traziam uma brisa confortante naquela madrugada quente. Tudo estava em silêncio, calmo, como ele diria.

Aos poucos ele ouve um som de passadas se aproximando. O local é pouco iluminado e não da para se ver quem se aproxima, mas ouve um pequeno luzir, e de repente, aparece uma moça loira e bastante pálida, usando um vestido vermelho justo e bastante curto. O salto do sapato dela ecoava.

A luz fraca que batia em seu rosto mostrava seus olhos esverdeados inebriantes, que foi o suficiente para que ele se apaixonasse.

Ela o olhou e sorriu carinhosamente.

Ele estava perdido.

Ela simplesmente ergue uma arma e atira no peito de Tomas, que cai automaticamente com um baque surdo no gramado.

Se aproximando do corpo, ela toma a cabeça dele entre os dedos gélidos, fazendo com que os olhares se encontrem, reconfortantes.

Ela o amava e ele a esqueceu.

Pronunciando que o ama, aperta o corpo inerte contra o peito. Do olho dela escorre uma lágrima, e dele não se pode esperar mais nada.

Há sangue por toda a parte e ela se levanta deixando o corpo ali ao chão.

Mas não importa mais, a caçada tinha acabado e o policial havia chegado.

sábado, 3 de novembro de 2007

Um dia...

Ele dizia coisas que jamais deixei alguém me falar... que jamais deixei alguém sentir... por mim.
Perguntava coisas das quais não sei lhe responder (não queria ou não quero responder?).
Me dizia coisas que não conseguiria repetir para ele.
Já me disseram que é medo meu... será?
"gosto de você pelo fato de que não é perfeita. Gosto porque seu jeito é insubstituível." - foi o que disse.
Insubstituível.... achei essa palavra muito forte.
As vezes ele me dizia que as pessoas tem uma maneira esquisita de ver a pessoa ideal. Porque na maior parte das vezes elas vêem o exterior. E é sempre o mesmo padrão.
Também sempre pensei assim mas na hora em que ele comentava isso eu não consegui falar nada.
Houve uma vez em que dormi na casa de uma amiga nossa e acordei com ele a me olhar. Achei estranho e não gostei, resmunguei para ele parar de me olhar, ele sorriu e foi fazer chá de morango para mim ( sabe que eu gosto).
Gostava das conversas que tínhamos e de nossas brincadeiras (infantilidades). Gostava quando ele bagunçava o meu cabelo e dizia que eu ficava mais bonita assim. Gostava acima de tudo quando dava aquele sorriso largo que eu só via quando ele me olhava.
Mas mesmo assim nunca consegui que ele seja o que sou para ele.
Sempre fui sincera, e ele até gosta de que eu seja assim.
Hoje me pergunto se eu tivesse agido de outra maneira, as coisas seguiriam outro rumo...
é.... mas eu acho que não.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Borboleta...



"Considerai a arte de composição das asas da borboleta:

a regularidade das escamas, cobrindo-as, como se fossem penas,

a variedade das cambiantes cores; a tromba enrolada, com o que

suga o alimento no seio das flores: as antenas, órgãos delicados do tato,

que lhe coroam cabeça, cercada de uma rede admirável

de mais de mil e duzentos olhos..."

(Harmonias da Natureza/Bernardino de Saint-Pierre.)


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"A alegria é uma borboleta

Voando sobre a face da terra,

Mas a tristeza é um pássaro

De grandes asas negras

Que nos erguem muito a cima da vida.

Lá, em baixo, à luz do sol, a vida flui, tudo cresce,

O pássaro da tristeza, porém, voa bem alto,

Lá onde velam os anjos da dor

Sobre o covil da morte. "


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Em que borboletas restemos o ar de estar?

Em que borboletas?

Fumais em questões de horas?

Questão de horas...

Para que questão?

Para que questionar...

Abrir mão do mundo?

abro mão do mundo...

E a que horas esperar?

botemos as mangas para funcionar...

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

As estrelas

Ela olha janela a fora... as estrelas cintilam, a brisa conforta e a Lua deixou-a aquela noite.
Há espirais pela sala e ela se pergunta o que irá fazer para o jantar.... Talvez faça rúcula, pois é sua vontade.
Ao tomar uma lata de cerveja, fala ao telefone. Diria que sentiu o peso da saudade.
Na TV passa desenho... mas ela não presta atenção nisso, sua mente divaga...
Há um vasto gramado que a neve encobre e faz com que o nariz fique gélido. A lareira acesa fornece calor que diverte quem a olha (está azulada).
Passa a mão no cabelo desconcertada.
Amanhã talvez, ela recolha as roupas e devolva o livro que ganhou.
Amanhã ou até algum dia, talvez, ela acorde.

domingo, 7 de outubro de 2007

A miniatura

[...]
Bel é divertida, conta dos filhos que vivem se estapeando. Fala do marido também. Ela bebeu de mais e fala mal deste marido, sem freios. Meu marido só ajuda com dinheiro, todo fim de mês o dinheiro está lá, antes ele não era assim, quando começamos a namorar eu era apaixonada, ele fazia cócegas na minha nuca, muitas cócegas. Bel continua a beber e a falar. O problema é que ele esqueceu que eu tenho nuca, esqueceu das cócegas, esqueceu que eu tenho boca, esqueceu que eu tenho pernas, nariz, orelha, ele não sabe nada sobre preliminares, aí está o segredo do universo, as preliminares. Orgasmo não é tão fundamental como as preliminares, eu morreria por uma boa preliminar, viva as preliminares!


[...]


Acho inclusive que cada pessoa deveria fazer um mapa do próprio corpo, destacando em cores as áreas mais sensíveis ao toque, em outras cores as partes não tão sensíveis, enfim, uma espécie de manual.


[...]