domingo, 23 de dezembro de 2007

Snoopy

Como adoro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!













































A Bússola de Ouro




"Para dentro desse abismo agreste,


Ventre da natureza e talvez tumba,


Nem de mar, nem praia, ar ou fogo


Mas de todos esses misturados em suas causas


prenhes


Confusamente, e em constante luta


A não ser que o poderoso criador lhes


ordene


Seus materiais obscuros para criar mais


mundos,


Para dentro desse abismo agreste o


demônio cauteloso


Postou-se à beira do inferno e olhou por


algum tempo,


Refletindo sobre a sua viagem..."


(John Milton: "Paraíso perdido", Livro II)




Este primeiro volume se passa em um mundo muito parecido com o nosso - mas com algumas curiosas diferenças. Todo ser humano possui um dimon, um animal inseparável que na infância toma farias formas. E existe um raríssimo objeto que aponta a verdade, mas ninguém sabe usa-lo.




Lyra é uma menina levada que vive na tranquila cidade universitária de Oxford, na Inglaterra. Lá crianças começam a desaparecer. E quando seu grande amigo Roger some, Lyra parte em sua busca, disposta a desafiar seus próprios temores.




Na paisagem árida do Norte, onde tenta encontrar Roger, Lyra enfrenta uma terrível conspiração que faz uso de crianças-cobaias em sinistras experiências. Entre ursos que usam armadura e bruxas que sobrevoam as sombrias geleiras, Lyra terá que fazer alianças inesperadas se quiser salvar o seu amigo de seu trágico destino.




Ganhei esse livro de amigo secreto.


Comecei a lê-lo ontem.


Foram-se apenas 70 páginas.


Mas já estou adorando.


A pessoa que me deu o livro acertou em cheio ao me da-lo.


Pois já estava em mente eu compra-lo.


Só posso agradecer.


Porque o livro é muito bom.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Conclusão


Descobri.

Depois de tanto tempo.

E de até já ter esquecido.

Mas descobri.

Achei muito legal.

E muito engraçado.

É sobre minha curiosidade que escrevi anteriormente.

Achei engraçado não o fato em si de estar triste.

Mas o fato ocorrido anteriormente ao ter ficado triste que motivou depois a tristeza.

Quando me falou fiquei concluindo em minha cabeça.

Falei até pouco.

Mas depois da conclusão.

Fiquei muito feliz.

E com outra curiosidade.

Que não da para ser falado.

Quem me falou não foi a pessoa que ficou triste.

Mas sim a pessoa envolvida.

Nada pode ser comprovado de quem eu estou falando.

Por isso.

Minha boca continua sendo um túmulo.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Curiosidade (?)


Talvez seja curiosidade.

Talvez seja preocupação.

Se curiosidade matasse, eu já teria morrido.

Não que eu seja muito curiosa.

Mas nesse caso eu estou muito.

As vezes penso que as personalidades marcam absolutamente tudo.

Que quando mudadas, fala-se com outra pessoa.

Bate a vontade de perguntar.

Mas não é da minha conta.

Por isso fico quieta.

Várias vezes tive muita curiosidade.

Mas nunca pergunto.

Acho que é uma coisa pessoal.

E que se perguntada invade a privacidade da pessoa.

Privacidade aberta é quando a pessoa fala sem a nossa pergunta.

Não me falou até agora.

Não é da minha conta.

Acho que já morri.

O rosto está diferente.

Eu me apego muito fácil a algumas pessoas.

Quando não me apego não consigo conversar direito.

Sabe ... ser sincera.

Por isso a curiosidade.

Ou preocupação?

Acho que as vezes devíamos mudar o rumo.

Mas e se não for fácil?

Talvez por isso a preocupação.

Ou o desespero?

Ou a tristeza?

Morri de novo.

As vezes esqueço.

Poucas vezes lembro.

Mas quando lembro, demora um pouco para esquecer.

Por que não fala?

É... mas dependendo do que fosse eu também não falaria.

Não por não confiar.

Isso jamais.

É que pode ser difícil.

Olá eu de novo imaginando as coisas.

As vezes por nem demonstrar que percebi.

A pessoa acha que eu não me importo.

Ou não percebi mesmo.

Mas eu percebi.

Muitas vezes eu percebo.

Tarde.

Mas percebo.

As vezes outras pessoas percebem primeiro.

E me falam.

Aí eu me preocupo.

É que não presto atenção direito nas coisas.

Aí preciso que alguém me fale para eu perceber.

Vi que algo estava diferente.

Mas nem dei bola.

Mas algo me diz que não é por que quer estar assim.

Sei lá.

Já falei não é da minha conta.

Morri.

Mas talvez eu também tenha sete vidas.

Ou até mais.



domingo, 16 de dezembro de 2007

Natal


A figura do Pai Natal tem origem na história de São Nicolau, um santo especialmente querido pelos cristãos ortodoxos e, em particular, pelos russos.São Nicolau, quando jovem, viajava muito, ficou a conhecer a Palestina e Egipto. Por onde passava ficava na memória das pessoas devido a sua bondade e o costume de dar presentes às crianças necessitadas. Conta-se que o primeiro presente que o Papai Noel deu foram moedas de ouro, entregues a três meninas pobres. Quando voltou a sua cidade natal, Patara, na província de Lícia, Ásia Menor, São Nicolau foi declarado bispo da cidade de Mira.Com o tempo, o santo foi ganhando fama de fazedor de milagres, sendo esse um dos temas favoritos dos artistas medievais. Nessa época, a devoção por S. Nicolau estendeu-se para todas as regiões da Europa, tornando-o o padroeiro da Rússia e da Grécia, das associações de caridade, das crianças, marinheiros, garotas solteiras, comerciantes, penhoristas, e também de algumas cidades como Friburgo e Moscou. Milhares de igrejas europeias foram-lhe dedicadas, uma delas ainda no séc. VI, construída pelo imperador romano Justiniano I, em Constantinopla (Istambul).A Reforma Protestante fez com que o culto a São Nicolau desaparecesse da Europa, com exceção da Holanda, onde sua figura persistiu como Sinterklaas, adaptação do nome São Nicolau. Colonizadores holandeses levaram a tradição consigo até New Amsterdan (a actual cidade de Nova Iorque) nas colónias norte-americanas do séc. XVII. Sinterklaas foi adoptado pelo povo americano falante do Inglês, que passou a chamá-lo de Santa Claus - em português, Pai Natal.A imagem do Pai Natal como conhecemos hoje foi criada em 1931 por um sueco chamado Haddon Sundblon, numa tentativa extremamente bem sucedida da Coca-Cola em conquistar o público infantil.
Haaaa.... a cultura natalina e coisa e tal.
Todos comem bebem e se presenteiam.
Alguém lembra do nascimento de Jesus? Ou se sente inspirado em algo religioso?
E nem adianta mentir, pois a maioria das pessoas nem se lembram.
E adimito que eu também nem lembro.
Adoro essas lusinhas de natal! Se pudesse comprava todas e as espalhava em minha casa.
Minha árvore de natal é a mais linda que eu já vi, os detalhes são em azul e branco e as lusinhas são tão pequeninas que parecem que vem do nada.
Adoro passear de carro nessa época para ver as diferentes iluminações. Se bem que ultimamente as pessoas estão pouco inspiradas para isso.
Aonde faço estagio, fez-se amigo secreto.
Que horror achar o presente do meu amigo secreto.
Onde já se viu torcer para o flamengo?
É mais fácil achar coisas de outros times mais não desse.
Acabei indo hoje ao shopping. E estava uma merda andar por lá.
Achei só uma loja que vendia coisas do tal time. Tudo caro!
Comprei um mascotinho e em outra loja uma camiseta bonitinha.
Esse é a última semana de estágio antes das férias. Estou tão feliz!
mas são só duas semanas de férias....
mas é melhor do que nada, né?



sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Natalie Portman



Nascida em Israel, mais especificamente em Jerusalém, e filha de um médico e uma artista (que viria a ser também sua agente), Natalie se mudou para os Estados Unidos ainda bem pequena junto com sua família, que se estabeleceu na cidade de Nova York até que ela completasse os estudos colegiais. No meio desse período, no entanto, Natalie foi descoberta por um agente que a inseriu no mundo do show business.
Primeiramente fazendo alguns trabalhos como modelo, ela veio a decidir que queria seguir a carreira de atriz e logo em seguida já fazia sua estréia no thriller “O Profissional”, do diretor Luc Besson.

No ano seguinte, Natalie participa de uma nova produção notável: “Fogo Contra Fogo”, um filme policial sobre um detetive que tem que lidar com a investigação de um complicado assalto. Que foi dirigida por Michael Mann.

Em 1996, Natalie Portman integra o elenco da comédia musical “Todos Dizem Eu Te Amo”, do aclamado diretor Woody Allen.

Ainda em 1996, a atriz participa de “Marte Ataca”, comédia fantasiosa de Tim Burton. A trama trata de uma invasão de marcianos à Terra, com a missão de transformar o nosso planeta em parque de diversões, condenando a raça humana à extinção.

O próximo filme de Natalie Portman e seu primeiro grande papel propriamente dito veio em 1999, com o lançamento de “Star Wars: A Ameaça-Fantasma”, primeiro episódio da ordem cronológica da famosa saga de George Lucas. ( que em minha opinião é uma merda Star Wars. )

No mesmo ano, a atriz ainda protagoniza ao lado de Susan Sarandon o drama “Em Qualquer Outro Lugar”.

No ano seguinte, a atriz protagoniza outro drama, “Onde Mora o Coração”. Nesse filme, ela interpreta uma adolescente grávida, sem família e abandonada pelo namorado, que encontra uma nova família nos amigos que faz em sua nova vida. Ashley Judd, Joan Cusack e Stockard Channing também estão no elenco dessa emocionante trama.

Em 2002, Natalie volta a interpretar Padmé Amdala no novo filme da série Star Wars. Em “Star Wars: O Ataque dos Clones”.

2003 foi um grande ano para a atriz, que participou do elogiado drama “Cold Mountain”, história de um soldado que inicia sua jornada de volta para casa depois do término da Guerra Civil Americana. Enquanto sua esposa Ada o espera, ele enfrenta diversas situações em seu caminho.

Em 2004, a atriz atua no filme independente “Hora de Voltar”, escrito e dirigido por Zack Braff (mais conhecido por seu papel no seriado “Scrubs”). A trama simples sobre um jovem que, após a morte de sua mãe, decide voltar para a cidade onde cresceu para uma jornada de auto-descobertas acabou agradando à crítica.

Ainda em 2004, Natalie Portman integra o elenco de uma dos mais elogiados e controversos dramas dos últimos tempos, “Closer – Perto Demais”. Na trama, a atriz interpreta Alice, uma jovem que se envolve com um escritor e acaba no meio de uma espécie de “quadrado amoroso”, cheio de traições e sentimentos confusos.

Em 2005, o terceiro episódio da primeira trilogia de “Star Wars” é lançado com o título de “Star Wars: Episódio 3 – A Vingança dos Sith” e com Natalie Portman novamente no elenco.

No final de 2005, a atriz ainda protagoniza o drama “Free Zone”, em que vive uma americana que vai morar em Jerusalém (coincidentemente a terra natal da atriz) e acaba tendo o destino cruzado com outras duas mulheres numa situação inusitada.

Em 2006, Natalie surge no suspense/ficção científica “V de Vingança”. O filme traz uma história passada numa Inglaterra futurista, onde uma jovem, personagem de Natalie, é salva de uma situação de risco por um homem mascarado conhecido apenas como “V”. O misterioso homem acaba liderando uma revolução contra a tirania dos governantes ingleses. O roteiro é dos irmãos Wachowski (os mesmos da trilogia “Matrix”), que se inspiraram nos quadrinhos “V de Vingança” de Alan Moore para escrever a história.


V de Vingança ( Adoro esse filme!) é certamente uma de suas melhores histórias, em que seus personagens são pessoas marcadas por um governo injusto e totalitário, pessoas que lutam para não perder a esperança no mundo e em sí mesmas. O anti-herói da história é um mascarado que atende apenas pelo codinome "V", e pretende dar um fim a política do terror que reina em uma Inglaterra afetada por guerras e caos. V conhece a frágil Evey, que tem um passado misterioso devido à participação ativa de seus pais na política. V e Evey acabam estabelecendo uma relação de cumplicidade e enfrentam seus respectivos passados a partir disso.Obviamente a transposição dos quadrinhos para o cinema feito pelos Wachowski teve uma atenção especial. Muitos takes foram recriados de forma quase idêntica e a direção de arte num todo como luz, fotografia, cenário e figurino seguiram à risca as idéias de Alan, o que foi um fator essencial para o sucesso do filme, pois o clima sombrio de ruínas, caos e falta de esperança é o elemento abstrato mais importante do filme.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Pássaro


Fiquei deitada o dia inteiro, como se doente estivesse.

As vezes deitada de barriga para baixo com a mão direita para fora da cama esbarrando no piso frio.

As pessoas falavam distantes. Vontade que estivesse frio.

Uma nuvem eu via flamejante, espessa e densa, límpida e contida. O pássaro cantava, uma sonoridade constante.

Novamente sonhadora... que nem ouvi passadas entrarem em meu quarto e fecharem a porta. A tempo estava sozinha em casa.

Abro lentamente os olhos, encaro o estranho.

Ele sorri senta em minha cadeira e fala-me de seus dias.

Ele não é um estranho. Esperava que fosse?

Conto-lhe os meus dias. Perece que ele é o único que realmente me ouve e compreende.

Não comenta nada até a hora em que termino. Me da um beijo e me consola.

Eu esperava isso desde ontem.

Sinto falta de duas estações, outono e inverno. Das colinas.

Sinto falta das folhas caindo e dos narcisos da primavera.

Sinto falta do frio e do chá que se podia tomar fumegante.

E sentia, isso sentia, falta desses abraços que encostava minha cabeça em seu peito e suas mãos enroscadas em minha cintura. Ouvindo estrelas.

Hoje já não sinto falta disso. Porque?

Porque foi justamente o que ele me fez hoje.

Se pudesse, ele me daria tudo o que sinto falta e tiraria de mim tudo o que me amargurasse.

Simplesmente não falo.

Fico muda.

Querendo que minha vida fosse sempre como hoje.

Como se entrássemos em um mundo que jamais nos pertencerá, aquele longo instante que é simplesmente aquele longo instante.

A vulnerabilidade sempre me assustou. Por esse motivo, sempre escondi meus sentimentos, minhas emoções. Mas com ele nunca consegui. E jamais conseguirei, não importa em que situações estejamos.



" Gostava(gosto) de sonhar, porque a liberdade de sua imaginação tinha (tem) um feitiço embriagador. Cada sonho era (é) a anarquia da mente, a revolucionária revolta do seu inconformismo. Suas ideias escapam de qualquer limite."


Falei isso a ele.

E ele me entendeu. Por que?

Porque simplesmente ele é o oposto de mim.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Durar


Sempre pensei que tudo seria fácil. Olhava as pessoas passarem e achar que contínhamos a capacidade de resolvermos tudo. Sempre fui o tipo de pessoa que passava o dia em mármores rosas perdida ao olhar uma pétala de jasmim.

Os dias passavam a cada estante e tudo se resolve para mim. Nunca pensava no amanhã e que tudo se encadeiaria sozinho.

Dias atrás chorei, solucei. Como faz tempo que não fazia.

Tem palavras que marcam e que as vezes nem precisam ser belas apenas bem escritas e ser ouvidas na hora certa.

"Num dia, estamos nadando no meio do oceano, certos de que vamos alcançar uma gaivota; no dia seguinte, mal conseguimos nos abaixar para beber água em nossa tigela."

Os dias felizes passaram a ser nebulosos e tristes parecendo que dos muros e castelos que continha em minha volta foram derrubados. Que das minhas mão não se seguram mais nada.

Tem coisas que não valem a pena e são difíceis de ser contadas.

Fecho os olhos...a brisa consome, o mar quebra e a areia fofa passam entre meus dedos.

As fendas se abrem e sombras percorrem, ouso as pessoas falarem, discutirem, pedirem, protestarem. No intimo as olho e desejo que não estejam falando comigo, e que os parafusos que soltei sem saber e que não foi me avisado voltassem ao seu lugar.


"Isso ta errado!

Não estou brigando com você, porque você está aqui para aprender.

Não presta atenção ao que ele diz.

Até meu filho de 4 anos faria melhor!

Desse jeito dificulta as coisas, faça assim...

O que você fez?

Estão reclamando que não foi enviado.

A cor não é esta.

Você tem que olhar aqui.

Porque não fez isso? Tem que fazer!

Estou só te ajudando.

A impressão saiu errada.

Tal casal xingou você."


"Eu não sei mexer em fotos!

Eu não sabia que precisava ser assim.

Pode deixar que eu arrumo.

Porque não me avisaram antes?

Tenho que me virar sozinha.

Querem mais do que sei e não me explicam direito como.

Acham que sou tão trouxa assim?

Vou me aposentar agora!

Por que eu?

Me esquecem por um momento."


Talvez para qualquer pessoa seja normal, mas para mim é difícil. Nunca tive que fazer o que faço agora, nunca tive que lidar com pessoas nervosas e nem com assuntos que não são explicados direito.


Andei em ruas pensando em minha vida, pensando em desistir.

Chorei. Me olhei.

Assim ouvia o bater de lanças nos becos e lamentos atravessando mares densos e secos.


Nesse momento desejo apenas adormecer em teu colo.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Fênix


A fénix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão que a sua beleza e tristeza causavam em outros animais, chegava a provocar a morte deles.
Segundo a lenda, apenas uma fénix podia viver de cada vez.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.
Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma
pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípcia de Heliópolis , onde os colocava no Altar do Sol. Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O devasso imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.
Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no
Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de
Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (Phoenix), a palmeira (Phoenix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.