quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Aiiiii que sono.
E eu aqui trabalhando.
Hoje fiz dezessete anos.
Que merda.
Me sinto muito velha.
E nunca me sinto muito feliz por fazer aniversário.
Exeto pelos presentes.
Que ganhei vários.
E adorei todos.
Ganhei até aniversário surpresa na sexta - feira passada.
Esses dias comi chocolates até minhas gorduras dizerem chega.
Mas é tudo festa.
Bjs vou-me embora para a minha casa agora.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Haaaaaaaa.... a vida.


Haaaaaaaa.... a vida.

Nada de anormal.

E eu esperava que fosse.

Esses dias atrás fiquei louca.

Todos os livros que eu comprei já li.

Todos que me emprestaram também já li.

E porque não comprei outros livros para me satisfazer?

Porque simplesmente tenho que economizar dinheiro.

E esse mês já passei a cota a quantidade de livros que comprei.

Por minha sorte me emprestaram um livro ontem.

Os seis signos da luz.

Sei também que estreio o filme desse livro e por isso já assisti a o filme ontem também.

Comecei a ler o livro ontem quando cheguei, era umas 23:30 hs + ou - .

Já no começo percebi que nada do filme se parece com o livro.


Sábado sai com o pessoal.

Besteiras sempre falamos.

A zoação é fato.

Patriarcas no sofá beijos e amaços até o amanhecer.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Saudades

A pequena gotosa é a minha sobrinha e a do lado é a minha irmã.
Elas estarão aqui em casa semana que vem para passar uns dias.
Por minha irmã morar em Curitiba vou conhecer Júlia, minha sobrinha quando elas vierem.
Beijos para vocês.



Ela tem os olhos verdes.

Ela não é fofa?????


segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

O essencial


Ora eu digo: "Uma vez ou outra agente se distrai e basta isso! Esqueceu uma noite a redoma de vidro ou o carneiro saiu de mansinho, sem que fosse notado..." Então os guizos se transformam todo em lágrimas!...



"Se Shakespeare vivesse hoje em dia, recusaria escrever para um mundo que deu as costas a verdade."

"Enquanto trabalhamos, não encaramos a vida de frente."

"Você se conhece? Eu me conheci, e saí correndo."

“Os homens todos se assemelham por natureza. Eles se fazem diferentes pelos hábitos que adquirem”

"Nós matamos o tempo, mas ele nos enterra"


sábado, 5 de janeiro de 2008




Quem são eles?

Figuras pintadas de negro

Por humanos egoístas

Marchando com seus cavalos de pedra

Chorando lágrimas de sangue

Senhores da morte?Talvez, pois não conheceram a vida

A vida que lhes foi roubada

Pela grande torre no além

Vibrações de melodias cortam os ares

A terra, farta de ser pisada, reclama

E todo o mundo torna-se num manto negro

Impenetrável…Quem marcha e canta esta bela sinfonia?

Serão os anjos da morte?

Os deuses caídos?

Os atormentados?

Sim, são eles

Cavalgando seus lindos cavalos

Negros como as cinzas

Olhos vermelhos como o sangue…

Tocando suas trombetas

Anunciando o final

E fazendo os mortos agitarem-se nas tumbas

Temendo o mal…

O Apocalipse ou a Ascensão dos Atormentados…

Adeus belos seres

Que cometeram o erro de julgar serem eternos

Que sua raça permaneça sobre o seio da pobre Mãe terra

A Nova Era vai começar!

E lá vão eles…Arrancando a alma dos homens…

Deliciando-se com suas maravilhas

Um por um sucumbiram…

Isto tudo por causa da grande torre

Que decide quem é o senhor e os servos

Que decide quem tem alma

E quem a finge ter…

Mas para mim que me importa?

Não é a primeira vez que presencio isto

O objecto tornar-se no possuidor

E o possuidor tornar-se num comum objecto

Fantoche nas mãos de uma estúpida criança

Que se encanta com seus movimentos

E aprende a não chorar

Quando estes derramam sangue

Nada muda, a minha monotonia continua

Nem sei porquê que os cavaleiros querem ter alma, coração e ser grandes

Se algum dia irão também cair…


****




Pobre de ti que julgastes ser livre,

Que teu manto era dos mais belos,

Que teus olhos valiam mais que diamantes.

Observa,

É a única coisa que te peço.

Observa aquela rapariga

Que brinca com as folhas

E finge ser fada.

Que tem ela melhor que tu?

Asas, belas e sublimes,

Feitas com sua imaginação,

Tão grandes e tão ilustres

Que a mais bela princesa

A seus olhos nada é.
Hoje enclinei-me sobre a varanda pintada de castanho da minha casa e fiquei ali, de pé, a ouvir as histórias que o vento me contava. Ou, para ser mais precisa, a fingir ouvir histórias pois, tal como Fernando Pessoa disse, o vento só fala de si mesmo, caso contrário não seria vento, e quem disse que ele fala das montanhas, dos rios e das árvores é mentiroso... Mas não acredito que Fernando Pessoa esteja correcto Para mim, o vento é apenas vento e eu adoro-o por causa disso. Ele não me conta histórias sobre montanhas, rios e árvores, mas também não me fala de si mesmo e quem me dizer isto também é mentiroso...


****




Minha alma perdida

Vagueia por caminhos incertos

Pálida como um fantasma,

Feita louca por descobrir

Uma brecha para este mundo

Com anseio de se unir a mim

Pois uma alma sem corpo

É o mesmo que estar morto.

Mas como conseguirá ela chegar até mim?

Projectando-se nos meus sonhos,

Desmaterializando o seu ser?
A mim parece-me que não...

Ela vai ter de dizer adeus,

Acabar por Desistir

E Sufocar-se num foco de solidão,

Pois só assim dará espaço para que eu me liberte

E me una a ela.

Quem sabe?

No poço mais fundo dos infernos…


Um dia qualquer...




As bolhas flutuavam pelo recinto.


Ficavam coloridas conforme a reflexão da luminária.


O homem a olhava arrumar a bela fita de cetim em seu vestido.


Tocavam ao piano Beatles.


O homem a tirou para dançar.


A presença dele ao corpo dela fazia com que tudo em volta não existisse.


Ela olhava para o céu e fechava os olhos, deixando ele a conduzir.


A brisa traz cheiro de rosas e seus pés não tocam o chão.


As prateleiras de um supermercado nunca foram tão coloridas.


Cheio de rótulos e prazeres.


Tinha sono.


Queria voltar logo para casa e poder sonhar...


Lana gesticulava nervosamente com as mãos a demora na fila do caixa, e achava que se demorasse muito dormiria ali mesmo.


Estava muito cansada. Sairá do trabalho direto para o mercado comprar um salgado e chá gelado.


Para não ter que fazer nada para comer no jantar.


Estava achando aquilo um absurdo.


Como não tinha um caixa exclusivo para pessoas com no máximo 2 itens?


A casa bagunçada é o seu conforto.


Toma um bom banho e começa andar pela casa só de roupas intimas.


Senta ao sofá com os pés sobre a mesinha cheia de copos de chá.


A essa altura já tinha se esquecido do sono.


O filme é bom e faz ela chorar.


Até que realmente o sono é forte e faz-te dormir.


Ali mesmo no sofá.


Voltando a sua fantasia costumeira.




Procura a alma que está manchada de sangue


E encontrarás o traidor,


Mas por favor, minha senhora!


Não caia outra vez nos seus sorrisos enganadores


E nos seus olhares sufocantes


E com gestos inebriantes


Perfura-lhe o coração


Tal como ele te fez a ti em tempos…


Porque um traidor há-de ser sempre um traidor


Pois, embora seja possível limpar o sangue do seu corpo,


A sua alma há-de ficar para sempre marcada!


Vá senhora!


Apresse-se por entre estes caminhos de túlipas e begónias


E encontre a alma manchada de sangue,


A que esconde o seu verdadeiro rosto…


Vá, minha senhora!,


Antes que toque para a meia-noite,


E descobra o lobo entre cordeiros.




"Será que a morte é um voo eterno?
Se sim, não te menti quando disse que ias voarmais alto do que qualquer um..."

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Feliz Ano Novo!!!





















Ano novo vida nova.



Será?



Virada de ano...



Comer uvas, romãs, lentilha...



todo tipo de superstições que para mim não vão a lugar nenhum, mas que eu não consigo deixar de fazer.



Principalmente pular as sete ondinhas.



Toda vez que meus pais decidem ir para a praia, eles já sabem que eu não quero ir.



Mas na virada...



as ondinhas me esperam.



Depois da virada...



Continua tudo as mesmas coisas.



Fora que eu fico mais velha.



Em Janeiro sinto-me uma vovó.



E festas jamais.



Só presentes.



Pois isso eu adoro.






Ai, me queimei.



Fiquei preta e descascando.



Não aguento esse calor.



Mas o inverno me espera.